Junto à linha direita encantava. Chegou a ser eleito o melhor extremo direito da Europa. Ajudou o Benfica a alcançar os êxitos dos anos 60, eternizados na memória benfiquista. Em entrevista exclusiva à Revista “Mística”, José Augusto, a antiga glória do Benfica, falou sobre o passado e o presente do Clube.
Como é, por si, perspectivada a nova temporada?
Fundamentalmente, o Benfica tem um passado glorioso, tanto a nível nacional como internacional. Neste momento, existem tantas e tantas crianças que, ao longo de todo o País, representam o Benfica nas várias modalidades. E em todos os casos lhes é focado o passado do Clube. O próprio museu vai ajudar a promover essa grandiosidade. Há que ir ao encontro dessas motivações: vencer o título nacional com frequência e ir sempre o mais longe possível nas provas europeias. É esse o sentimento que tenho.
Na sua opinião, o futebol do Benfica está no bom caminho?
Estou convencido de que a direcção está a desenvolver um esforço muito grande para que o futebol do Benfica continue a ser forte. Cada vez mais forte. E a massa associativa está a responder, dando sinais de mística, de paixão, de benfiquismo. Não é fácil os dirigentes terem de atender a um eclectismo tão extenso que neste momento existe no nosso “glorioso”. Não é tarefa fácil. Mas isso só valoriza o seu trabalho.
A Formação parece, por outro lado, estar a ser alvo de uma aposta cada vez maior.
Já no meu tempo o Benfica tinha algumas escolas de Formação. Mas hoje, sim, estão espalhadas por todo o País. As condições são as melhores. Existe uma estrutura consolidada que está a potenciar o surgimento de valores. Há que apostar nesses valores, pois não tenho dúvidas de que muitos deles irão brilhar na equipa principal. O importante, sublinho, é a continuidade desse trabalho e o acompanhamento dos jovens quer no Seixal quer em todo o território.
Leia a entrevista, na íntegra, na última edição da revista oficial do Sport Lisboa e Benfica, já nas bancas!